“Se um presidente gastasse apenas o seu tempo pensando no bem estar de um povo, literalmente trabalhando pela república, em 1 dia teríamos efeitos que durariam por um século.”
Fonte: novotempo. com
Da redação do jornadasocial.com
Postado há 1 week ago por Luiz Guimarães
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Quanto tempo um presidente precisa para revolucionar o Brasil?
“Se um presidente gastasse apenas o seu tempo pensando no bem estar de um povo, literalmente trabalhando pela república, em 1 dia teríamos efeitos que durariam por um século.”
Fonte: novotempo. com
Da redação do jornadasocial.com
Postado há 1 week ago por Luiz Guimarães
A Social Sociedade Alternativa Promoverá Primeiro Festival de Musica em Petrolina-PE.
A Social estará promovendo seu primeiro festival de musica com alunos da escola da Social como também alunos de outras entidades que ensina musica em programas sociais nas comunidades.
O festival será dias 15 e 16 de junho de 2013 e comtará com diversos participantes que irá correr as premiações de 1º ao 10º lugar. Com o terma:
"A Comunidade Por Dentro da Musica".
Você pode participar faça já sua inscrição na Rua Jaime Barros nº 164 COHAB VI - Petrolina-PE - Brasil.
informações pelo os numeros 87 8803 7850 87 Luiz Guimarães coordenador do festival ou com professor Francisco 87 8822 9752. Aguarde mais detalhe.
Da redação do jornaldasocial.com
Ordem de serviço para a construção da Praça do PEC é assinada em Petrolina
O prefeito de Petrolina, Julio Lossio, acompanhado dos deputados estaduais Odacy Amorim e Isabel Cristina, e do senador Humberto Costa- todos do Partido dos Trabalhadores (PT)- dos secretários municipais e da comunidade local, assinou na manhã desta segunda-feira (22) a ordem de serviço para a construção da Praça dos Esportes e da Cultura.
O mais novo empreendimento estará situado no bairro Rio Corrente (zona oeste da cidade) e atenderá aos moradores dos bairros São Gonçalo, Rio Claro, Jardim Guararapes e adjacências.
A Praça do PEC tem um espaço total de 3 mil m² e ofertará a comunidade petrolinense diversos espaços de lazer e arte como biblioteca, cineteatro - com capacidade para 60 pessoas -, telecentro, quadra coberta, área para jogos de mesa e ginástica, pista de skate e de caminhada, espaço da criança e de multiuso, Centro de Referência e Assistência Social (CRAS), entre outros.
Durante discurso, o senador Humberto Costa ressaltou a alegria de está presente na assinatura de uma obra bastante relevante para Petrolina, bem como destacou os projetos de habitação que vem sendo desenvolvidos no município. “Estou muito feliz em está nesta cidade participando de um evento em que podemos notar os resultados da aliança do governo federal e municipal. Estou aqui também para renovar o compromisso com o crescimento de Petrolina através da busca de recursos, junto aos Ministérios, para a continuação do programa habitacional do município, este considerado o maior programa habitacional do Norte e Nordeste”, frisa Humberto Costa.
O prazo de conclusão inicial da Praça do PEC é de seis meses, sendo que serão investidos R$ 2 milhões oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.
“Gostaria de agradecer a presidente Dilma pela aprovação de mais um grande projeto para Petrolina que servirá para atender principalmente as pessoas mais carentes. Cada vez mais estamos buscando recursos para o desenvolvimento da nossa cidade e a comunidade pode esperar que vem muito mais”, salienta o prefeito Julio Lossio.
Texto: Alinne Torres
Fotos: Patrícia Teles
Assessoria de Comunicação da PMP
22-04-2013
Postado há 1 week ago por Luiz Guimarães
Carência de leitos na rede particular torna nascimento preocupação
No total, a rede particular da capital baiana conta com cerca de 150 leitos obstétricos e 110 de UTI neonatal.
Ailton Vieira Junior, Maria Izabel e o pequeno Felipe, que ficou internado em razão da demora para achar uma vaga; peregrinação durou 10 horas
A falta de atendimento gerou uma ruptura uterina, mas hoje ela pode comemorar pela primeira vez o Dia das Mães com o bebê, depois de ter conseguido superar o déficit de leitos obstétricos na capital baiana.
De acordo com o presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremeb), Abelardo Menezes, o problema é flagrante e já gerou duas reuniões com órgãos que representam os médicos (como Cremeb, Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia, Sindicato dos Médicos), a Associação dos Hospitais do Estado da Bahia e a própria Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
“A redução nos leitos de obstetrícia é um nó difícil de desatar, porque os planos de saúde não remuneram as unidades de saúde com os valores devidos. Sem o retorno financeiro, os hospitais suspendem o atendimento”, explica Menezes.
No total, a rede particular da capital baiana conta com cerca de 150 leitos obstétricos e 110 de UTI neonatal. “Só os hospitais que atuam com um mix de serviços conseguem manter os leitos obstétricos”, pontua o presidente da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Ahseb), Ricardo Costa.
Costa explica que os planos de saúde costumam fazer um pacote com os hospitais e pagam R$ 3 mil por procedimento — quando o mínimo necessário, segundo ele, seria R$ 4 mil. “Os valores desses pacotes estão congelados há mais de dois anos e os planos ignoram as regras da ANS que estabelecem data de reajuste e índice para que eles aconteçam”, completa.
Resposta
Representante dos planos de saúde, a FenaSaúde informou que a entidade não tem ingerência sobre honorários. “Essa negociação é feita diretamente entre cada operadora e as entidades representativas dos prestadores de serviços médicos”, explicou, em nota.
Quanto ao déficit de leitos, as associadas à FenaSaúde dizem que não registram deficiências estruturais de atendimento, mas a instituição reconhece que é possível que ocorram problemas localizados, em regiões onde não exista a disponibilidade imediata de uma determinada especialidade.
Segundo o presidente do Cremeb, hospitais de grande porte, como o São Rafael, já encerraram as atividades na área. Atualmente, só quatro hospitais atendem com leitos obstétricos: Santo Amaro (45 leitos), Sagrada Família (41), Aliança (46) e Português (49).
Segundo o chefe do Setor de Documentação e Disseminação de Informação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Joilson Rodrigues de Souza, em 2011, foram registrados 37.818 nascimentos na capital, o que dá uma média de 103 nascimentos por dia.
Mês que vem, médicos, hospitais e ANS voltam a se reunir. “Essa precisa ser uma decisão nacional. A ANS precisa fazer valer suas determinações em prol dos usuários dos planos”, analisa Menezes.
Denúncias
A situação está fazendo com que diversas denúncias contra os planos de saúde cheguem ao Ministério Público Estadual (MP-BA). “Essa desassistência da rede privada se reflete no setor público. Hoje, mesmo com planos, muitas mulheres tentam vaga na rede pública”, denuncia o promotor Rogério Queiroz.
Consciente das dificuldades de encontrar leito nas maternidades de Salvador, a médica Fernanda Pimentel agendou sua cesariana no Hospital Aliança. “Uma semana antes da data prevista para o parto, cheguei a fazer o curso no próprio Aliança”, conta Fernanda, que também realizou a consulta pré-anestésica e aguardou entrar em trabalho de parto.
“Mas, quando minha bolsa rompeu, não consegui vaga no Aliança e nem em outro hospital, público ou privado”, conta, ressaltando que só conseguiu ser atendida depois que a família desembolsou R$ 8 mil para pagar o parto no Hospital Português. Procurado, o Hospital Aliança informou que só se pronunciaria na segunda-feira.
Ainda com tempo para se preparar, no quinto mês de gestação, Carolina Mendonça quer parto normal, mas sabe que, se quer ter leito, precisa agendar uma cesariana. “Queremos o parto natural e humanizado, que pode chegar a durar 24 horas e, mesmo tendo plano, já acordamos que os serviços do profissional que nos acompanhará será pago por fora”, explica, sabendo que desembolsará de R$ 4 mil a R$ 9 mil.
Grávida de sete meses de gêmeos, a mâitre Mirtes da Silva Borges, 29, ainda não sabe em qual maternidade vai fazer o parto. “Está difícil, até para quem tem plano. Minha médica disse que o valor repassado é muito baixo”.
Médico e presidente da Ahseb, Ricardo Costa diz que, na verdade, os valores pagos para o parto cirúrgico ou natural não possuem grandes diferenças, pois ambos utilizam equipe parecida e o trabalho anestésico. “A diferença geralmente é a quantidade de fios usados para os pontos”, esclarece Costa.
Segundo o Cremeb, que emitiu um parecer sobre essas questões, os profissionais da área de ginecologia e obstetrícia que não querem atender pelos planos de saúde para o acompanhamento de partos devem comunicar às suas pacientes, logo na primeira consulta, sobre a indisponibilidade desse tipo de assistência.
Colaborou: Clarissa Pacheco
Planos devem ressarcir gastos, diz Procon
As mulheres que possuem planos de saúde e buscam atendimento nas maternidades e clínicas sem sucesso têm a seu lado o Código de Defesa do Consumidor, que garante que a saúde dela e do bebê precisa ser preservada.
De acordo com o assessor técnico da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Filipe Vieira, no caso de não conseguir médico ou leito, a consumidora deve contactar, inicialmente, o plano de saúde, para registrar a reclamação. “Desde quarta-feira, por ordem da resolução nº 323, da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), os planos têm um prazo de 48 horas para responder sobre o não atendimento”, explica o assessor, ressaltando que o consumidor também deve registrar sua queixa na ANS (através do 0800 701 9656 ou pelo site www.ans.gov.br) e no Procon.
Nas situações onde a mulher esteja em trabalho de parto ou haja risco de morte para mãe ou filho, a orientação do Procon é que a paciente se interne na unidade de saúde de sua escolha e guarde todos os comprovantes de pagamento para buscar o ressarcimento com o plano de saúde. Vieira lembra que, no caso dos hospitais, é proibida a cobrança de cheque caução para garantir o internamento da parturiente.
Estado afirma que está ampliando atendimento
O déficit da assistência privada vem gerando uma nova demanda na rede pública que, por determinação da própria lei, precisa atender à população. De acordo com o superintendente da Regulação do Estado, Andrés Alonso, não existe um estudo que quantifique o crescimento, mas a rede tem nítida a percepção do aumento. “O SUS tem a função de atender à população como um todo e, justamente por isso, estamos ampliando a rede de assistência, tanto na capital quanto no interior, de maneira a atender essa demanda”, explica Alonso.
Nos próximos meses, o Hospital João Batista Caribé, por exemplo, terá seu perfil modificado e se transformará em uma maternidade. Na rede de hospitais estaduais na capital, houve a ampliação de 14 leitos de UTI pediátrica (nove leitos de UTI e cinco de semi-intensiva) e sete leitos de Mãe Canguru, no Hospital Geral Roberto Santos. No Hospital Geral Menandro de Faria, o Centro Cirúrgico e Centro Obstétrico, o Berçário e Lactário, além da Enfermaria de Obstetrícia, também passaram por reforma e ampliação. Na maternidade Tsylla Balbino houve qualificação das enfermarias (cenário de parto normal); com a reforma de 10 leitos para o Parto Humanizado PPP (parto, pré-parto e puerpério).
Da redação: Luiz Guimarães
Ailton Vieira Junior, Maria Izabel e o pequeno Felipe, que ficou internado em razão da demora para achar uma vaga; peregrinação durou 10 horas
A falta de atendimento gerou uma ruptura uterina, mas hoje ela pode comemorar pela primeira vez o Dia das Mães com o bebê, depois de ter conseguido superar o déficit de leitos obstétricos na capital baiana.
De acordo com o presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremeb), Abelardo Menezes, o problema é flagrante e já gerou duas reuniões com órgãos que representam os médicos (como Cremeb, Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia, Sindicato dos Médicos), a Associação dos Hospitais do Estado da Bahia e a própria Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
“A redução nos leitos de obstetrícia é um nó difícil de desatar, porque os planos de saúde não remuneram as unidades de saúde com os valores devidos. Sem o retorno financeiro, os hospitais suspendem o atendimento”, explica Menezes.
No total, a rede particular da capital baiana conta com cerca de 150 leitos obstétricos e 110 de UTI neonatal. “Só os hospitais que atuam com um mix de serviços conseguem manter os leitos obstétricos”, pontua o presidente da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Ahseb), Ricardo Costa.
Costa explica que os planos de saúde costumam fazer um pacote com os hospitais e pagam R$ 3 mil por procedimento — quando o mínimo necessário, segundo ele, seria R$ 4 mil. “Os valores desses pacotes estão congelados há mais de dois anos e os planos ignoram as regras da ANS que estabelecem data de reajuste e índice para que eles aconteçam”, completa.
Resposta
Representante dos planos de saúde, a FenaSaúde informou que a entidade não tem ingerência sobre honorários. “Essa negociação é feita diretamente entre cada operadora e as entidades representativas dos prestadores de serviços médicos”, explicou, em nota.
Quanto ao déficit de leitos, as associadas à FenaSaúde dizem que não registram deficiências estruturais de atendimento, mas a instituição reconhece que é possível que ocorram problemas localizados, em regiões onde não exista a disponibilidade imediata de uma determinada especialidade.
Segundo o presidente do Cremeb, hospitais de grande porte, como o São Rafael, já encerraram as atividades na área. Atualmente, só quatro hospitais atendem com leitos obstétricos: Santo Amaro (45 leitos), Sagrada Família (41), Aliança (46) e Português (49).
Segundo o chefe do Setor de Documentação e Disseminação de Informação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Joilson Rodrigues de Souza, em 2011, foram registrados 37.818 nascimentos na capital, o que dá uma média de 103 nascimentos por dia.
Mês que vem, médicos, hospitais e ANS voltam a se reunir. “Essa precisa ser uma decisão nacional. A ANS precisa fazer valer suas determinações em prol dos usuários dos planos”, analisa Menezes.
Denúncias
A situação está fazendo com que diversas denúncias contra os planos de saúde cheguem ao Ministério Público Estadual (MP-BA). “Essa desassistência da rede privada se reflete no setor público. Hoje, mesmo com planos, muitas mulheres tentam vaga na rede pública”, denuncia o promotor Rogério Queiroz.
Consciente das dificuldades de encontrar leito nas maternidades de Salvador, a médica Fernanda Pimentel agendou sua cesariana no Hospital Aliança. “Uma semana antes da data prevista para o parto, cheguei a fazer o curso no próprio Aliança”, conta Fernanda, que também realizou a consulta pré-anestésica e aguardou entrar em trabalho de parto.
“Mas, quando minha bolsa rompeu, não consegui vaga no Aliança e nem em outro hospital, público ou privado”, conta, ressaltando que só conseguiu ser atendida depois que a família desembolsou R$ 8 mil para pagar o parto no Hospital Português. Procurado, o Hospital Aliança informou que só se pronunciaria na segunda-feira.
Ainda com tempo para se preparar, no quinto mês de gestação, Carolina Mendonça quer parto normal, mas sabe que, se quer ter leito, precisa agendar uma cesariana. “Queremos o parto natural e humanizado, que pode chegar a durar 24 horas e, mesmo tendo plano, já acordamos que os serviços do profissional que nos acompanhará será pago por fora”, explica, sabendo que desembolsará de R$ 4 mil a R$ 9 mil.
Grávida de sete meses de gêmeos, a mâitre Mirtes da Silva Borges, 29, ainda não sabe em qual maternidade vai fazer o parto. “Está difícil, até para quem tem plano. Minha médica disse que o valor repassado é muito baixo”.
Médico e presidente da Ahseb, Ricardo Costa diz que, na verdade, os valores pagos para o parto cirúrgico ou natural não possuem grandes diferenças, pois ambos utilizam equipe parecida e o trabalho anestésico. “A diferença geralmente é a quantidade de fios usados para os pontos”, esclarece Costa.
Segundo o Cremeb, que emitiu um parecer sobre essas questões, os profissionais da área de ginecologia e obstetrícia que não querem atender pelos planos de saúde para o acompanhamento de partos devem comunicar às suas pacientes, logo na primeira consulta, sobre a indisponibilidade desse tipo de assistência.
Colaborou: Clarissa Pacheco
Planos devem ressarcir gastos, diz Procon
As mulheres que possuem planos de saúde e buscam atendimento nas maternidades e clínicas sem sucesso têm a seu lado o Código de Defesa do Consumidor, que garante que a saúde dela e do bebê precisa ser preservada.
De acordo com o assessor técnico da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Filipe Vieira, no caso de não conseguir médico ou leito, a consumidora deve contactar, inicialmente, o plano de saúde, para registrar a reclamação. “Desde quarta-feira, por ordem da resolução nº 323, da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), os planos têm um prazo de 48 horas para responder sobre o não atendimento”, explica o assessor, ressaltando que o consumidor também deve registrar sua queixa na ANS (através do 0800 701 9656 ou pelo site www.ans.gov.br) e no Procon.
Nas situações onde a mulher esteja em trabalho de parto ou haja risco de morte para mãe ou filho, a orientação do Procon é que a paciente se interne na unidade de saúde de sua escolha e guarde todos os comprovantes de pagamento para buscar o ressarcimento com o plano de saúde. Vieira lembra que, no caso dos hospitais, é proibida a cobrança de cheque caução para garantir o internamento da parturiente.
Estado afirma que está ampliando atendimento
O déficit da assistência privada vem gerando uma nova demanda na rede pública que, por determinação da própria lei, precisa atender à população. De acordo com o superintendente da Regulação do Estado, Andrés Alonso, não existe um estudo que quantifique o crescimento, mas a rede tem nítida a percepção do aumento. “O SUS tem a função de atender à população como um todo e, justamente por isso, estamos ampliando a rede de assistência, tanto na capital quanto no interior, de maneira a atender essa demanda”, explica Alonso.
Nos próximos meses, o Hospital João Batista Caribé, por exemplo, terá seu perfil modificado e se transformará em uma maternidade. Na rede de hospitais estaduais na capital, houve a ampliação de 14 leitos de UTI pediátrica (nove leitos de UTI e cinco de semi-intensiva) e sete leitos de Mãe Canguru, no Hospital Geral Roberto Santos. No Hospital Geral Menandro de Faria, o Centro Cirúrgico e Centro Obstétrico, o Berçário e Lactário, além da Enfermaria de Obstetrícia, também passaram por reforma e ampliação. Na maternidade Tsylla Balbino houve qualificação das enfermarias (cenário de parto normal); com a reforma de 10 leitos para o Parto Humanizado PPP (parto, pré-parto e puerpério).
Da redação: Luiz Guimarães
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